Segundo a empresa de segurança da internet Sophos, o Brasil subiu para o quarto lugar no ranking de países produtores de spam.
Em outubro do ano passado, o Brasil se encontrava na quinta posição do ranking, sendo responsável pelo envio de 3,7% do lixo eletrônico do mundo. Mas, entre os meses de outubro e dezembro do mesmo ano, segundo pesquisas, o país agora responde por 4% dos spams.
Segue a lista dos maiores produtores do lixo eletrônico:
1º Estados Unidos (21,3%) (equivalente a mais de 1 de 5 spams enviados)
2º Rússia (8,3%) (equivalente a 1 em cada 12 spams enviados)
3º China e Hong Kong (4,2%)
4º Brasil (4%)
5º Coréia do Sul (3,9%)
6º Turquia (3,8%)
7º Itália (3,5%)
8º Polônia (3,4%)
9º Alemanha (3,2%)
10º Espanha (3,1%)
Que os spams e as mensagens indesejáveis estão aumentando a cada dia, não é nenhuma grande novidade, mas a velocidade com que isso vem ocorrendo é de assustar. E-mails oferecendo fórmulas milagrosas de emagrecimento, empregos rápidos, como conquistar o parceiro ou simplesmente vírus para dar e vender são os favoritos.
Chego até a brincar comigo mesma que se a CADA spam que eu recebesse me oferecendo uma fórmula milagrosa para o aumento do órgão masculino, embora eu seja uma menina eu recebo essa porcaria, uma pessoa do mundo parasse de sentir fome, seria uma boa idéia. Claro que eu não erradicaria a fome da Etiópia em um piscar de olhos, mas em MENOS de UM mês, acho que eu teria conseguido salvar umas 300 pessoas da fome. (E um fato que reforça o resultado da pesquisa, a grande maioria vem sim em inglês.)
A questão não são os spams, e sim o fato deles não acrescentarem nada de útil. Sempre são coisas falsas ou prejudiciais ao computador. Vai dizer que alguém já recebeu algum "e-mail automático" onde se pedia alguma doação para uma obra de caridade ou coisa do tipo?!

Ah, se fosse possível reciclar spam...